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sábado, 27 de maio de 2017

FUI ENGANADA! MENTIRAM PARA MIM!*

Por Ana Mônica Jaremenko*

de Vladimir Carvalho (1984).
Estou com muitas dores, no corpo e na cabeça. Então, resolvi ficar quietinha no sofá. Aos sábados, a programação das TV's é horrível. Sem saída, mudando de canal, parei na TV Senado.

Qual não foi minha surpresa ao constatar que estava sendo exibido o filme "O evangelho segundo Teotônio Vilela", de 1984, dirigido por Vladimir Carvalho.

Qual não foi minha surpresa maior ao descobrir que FUI ENGANADA até agora! Que MENTIRAM PARA MIM, eu que me acho tão antenada!

Começo a assistir ao filme no ponto em que Teotônio Vilela está dando um depoimento, ao lado de Fernando Henrique Cardoso e de Lula, justamente no momento em que ele fala para se organizar SAQUES, VIOLÊNCIA URBANA, GREVES, REVOLUÇÃO (tempo no filme: a partir de 55:32). Para quem quiser assistir ao filme e tirar suas próprias conclusões, é só clicar AQUI.

Estou de queixo caído! TEOTÔNIO VILELA, aquele que eu considerava ser o "Herói das Diretas Já 1983" na VERDADE era COMUNISTA!

As lições que tiro dessa experiência:

1- que ainda tenho muito que aprender;
2- temos que reler a História do ️Brasil, ler nas entrelinhas e contar a VERDADE a esta e às futuras gerações.

de Vladimir Carvalho (1984).

#EuSouConservadora
#EuSouAnticomunista
#LendoNasEntrelinhas


* Eu sou Ana Mônica Jaremenko, escritora (poeta e cronista), ativista política, blogueira, gestora de mídias sociais e corretora de imóveis. Administradora, dentre outros, do blog Simplesmente FedoraFedora é meu heterônimo para assuntos políticos.

Graça e paz!

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Que Deus livre a Igreja brasileira de continuar contribuindo com a Revolução Gramsciana*

Por Orley José da Silva*

É extremamente angustiante perceber como a estratégia de Gramsci tem funcionado na relação Igrejas/Política/Governos. Por ingenuidade ou falta de esclarecimento das lideranças, é muito triste perceber que as igrejas (Com não muitas exceções. Algumas em menor grau; outras em maior) têm contribuído para a implantação das pautas da revolução gramsciana na sociedade.

O mais triste é quando as lideranças, hipnotizadas pelo engano, não dão ouvidos e fecham os olhos para os membros que, academicamente enxergam e denunciam esse envolvimento. Mas o processo gramsciano de contaminação já está em fase tão adiantada (com a colaboração ingênua e indireta das Igrejas) que não sei se há mais tempo e condições para a reversão do quadro.

Queridos LÍDERES CRISTÃOS que não conhecem Antonio Gramsci e não sabem nada acerca da Revolução Gramsciana, esta é uma tarefa de casa que precisa ser feita bem feita e com urgência. Com a mesma atenção que se estuda Paulo, Pedro ou Tiago, é necessário estudar esse teórico italiano que planejou cuidadosamente a corrosão da Igreja e da sociedade ocidental.

Não é exagero dizer que a maioria das igrejas, (acredito mesmo que seja pela ausência de malícia motivada pela falta de esclarecimento) está contribuindo para que essa agenda revolucionária se entranhe na sociedade e, por consequência, nelas mesmas.

Chegará um dia, quando esse período de anestesia tiver passado, que os líderes cristãos obrigatoriamente se atentarão para esse tema, empurrados pelo ferrão da perseguição que eles mesmos ajudaram involuntariamente a construir.

* Orley José da Silva, é professor em Goiânia, Goiás,
Brasil, mestre em letras e linguística (UFG) e
mestrando em estudos teológicos (SPRBC).


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Iris Rezende ou Vanderlan Cardoso: para onde irão os partidos gramscistas?*

Por Orley José da Silva*

Íris Rezende Machado X Vanderlan Cardoso
Disputa pelo 2ª Turno - Eleições 2016
Goiânia, Goiás
No segundo turno das eleições para a prefeitura de Goiânia, qual será o candidato a ser apoiado pelos partidos gramscistas PT, PC do B, Psol e Rede? Certamente esses partidos ou seus prepostos não se omitirão de se posicionar nesta disputa, com o objetivo de preservarem pelo menos uma parte do capital político conseguido nos últimos anos. Não participar da futura administração municipal poderá lhes custar o desmantelamento da máquina de revolução cultural montada no município, cuja operação se dá livremente em vieses ideológicos próprios de políticas públicas e sociais.

Essa atuação revolucionária ocorre em lugares estratégicos de contato do poder público com a população: educação, cultura, direitos humanos, assistência social,conselhos de educação e conselhos de cultura. Porque a militância dessa insurreição criou um consenso discursivo que somente ela é capaz de, legitimamente, cuidar de determinadas políticas públicas. E o discurso tem tamanha força de convencimento que alguns políticos ideologicamente contrários tendem a acreditar nele. E é assim que uma nova hegemonia cultural vai ganhando força na sociedade, mesmo quando não está majoritariamente no poder.

A paciência de trilhar a longa marcha pelas instituições proposta por Antonio Gramsci até a plena transformação da sociedade em seus moldes, é característica dessa força revolucionária que é suprapartidária e múltipla em sua maneira de agir. Nesse percurso, a ocupação de espaços nas decisões de poder quase sempre exige eficiência na infiltração e acomodação no interior de sistemas políticos inimigos. Um dos métodos utilizados para essa aproximação vale-se da sua capacidade de controle e mobilização dos movimentos sociais, estudantis e sindicais de esquerda. Ao oferecer ao chefe do executivo a garantia de pacificação com essas entidades sociais e de classe durante o seu mandato, a força revolucionária garante o espaço necessário para continuar com o trabalho formativo e de manipulação da mente coletiva.

É possível que o pragmatismo político de Iris e Vanderlan para as alianças eleitorais não leve em consideração o projeto de nova hegemonia política e cultural levantada por essa reflexão. O Iris mesmo contribuiu para que esse projeto se aperfeiçoasse no município, ao aliar-se com esses agentes políticos nas duas últimas eleições. Não se compreende a complexidade e as consequências futuras desse tipo de acordo sem conhecer com profundidade as intenções e a formação histórica e ideológica tanto do PT, quanto dos seus partidos auxiliares e também do Foro de São Paulo.


* Orley José da Silva, é professor em Goiânia, Goiás,
Brasil, mestre em letras e linguística (UFG) e
mestrando em estudos teológicos (SPRBC).


quinta-feira, 21 de julho de 2016

A verdadeira conquista*

Por Janaína Paschoal*

Janaína Paschoal
O processo de impeachment continua em curso, em procedimento muito mais minucioso e garantista que aquele previsto pela lei e aplicado ao ex-presidente Fernando Collor.

De fato, muito embora a defesa insista na infundada tese do golpe, não há como deixar de reconhecer que nenhum outro mortal teve assegurada a benesse de ouvir quarenta testemunhas de defesa e enviar carta para ser lida no momento do interrogatório.

Regalias a parte, o importante é que a produção probatória deixou evidente que os crimes de responsabilidade atribuídos à Presidente afastada foram mesmo praticados, valendo destacar que até as testemunhas de defesa confirmaram os delitos. Isso sem contar a perícia, pela qual a defesa tanto brigou.

Conforme aduzimos em audiência, fosse verdade que a perícia exculpara a denunciada, não haveria razões para a defesa questionar e confrontar tanto os peritos, seja oralmente, seja por escrito.

A esse respeito, importante lembrar que enquanto a acusação não apresentou nenhuma objeção ao laudo pericial, a defesa deduziu mais de setenta impugnações; e ao passo que a assistente técnica da acusação corroborou as conclusões do laudo, o assistente técnico da defesa (que é advogado de Dilma Rousseff junto ao TCU), redigiu 90 páginas, criticando o laudo pericial.

Não obstante, o PT continua alardeando que o processo teria demonstrado a inocência da denúncia. Nota-se que tal grupo continua acreditando que uma mentira repetida muitas vezes se transforma em verdade. Infelizmente, por muitos anos, essa terrível estratégia deu certo; porém, não mais!

Impossível antecipar como será o julgamento político; entretanto, sob o ponto de vista jurídico, a única decisão possível será mesmo a condenação.

Mas o que me estimula a escrever este pequeno texto, hoje, aproveitando o precioso espaço no Senso Incomum, é uma preocupação, que desejo dividir com os leitores.

Como todos sabem, eu não tenho Facebook e também não tenho Twitter, situação que, muitas vezes, me deixa um pouco alienada relativamente ao que ocorre no mundo virtual. Sempre que aparece um Twitter fake em meu nome, eu digo para mim mesma que vou criar um oficial, mas as obrigações se sucedem e eu nunca tomo uma providência a respeito.

No entanto, os muitos amigos que fiz, desde que apresentei a denúncia em face da Presidente, têm escrito, denunciando que os apoiadores do PT estão recrudescendo o discurso, fazendo crer que ações pouco ortodoxas poderão ser adotadas.

Eu preferi não assistir os tais vídeos, mas os relatos coincidem com correspondências que tenho recebido e mesmo com o ataque que sofri no aeroporto de Brasília, curiosamente compartilhado e elogiado, na página oficial do PT.

Pois bem, àqueles que comungam das minhas convicções, eu peço: calma!

Estamos em um gigantesco processo de depuração, estamos armados com a Constituição Federal e a lei. Há um ano, ninguém acreditava que conseguiríamos o que estamos conseguindo.

Como eu já disse e reitero, estamos operando uma revolução sem armas e sem sangue. Mais do que a própria perda do poder, esse fato incomoda. Daí o acirramento dos discursos. É desesperador perder o poder para pessoas que não querem nada além de fazer valer o que é certo.

Sujeitos que estavam acostumados a negociar, a lidar com a ambição, a vaidade e o medo; repentinamente, são convidados a enfrentar a palavra e o ordenamento jurídico. Eles estão sendo obrigados a lidar com a verdade.

Caros leitores, quando forem provocados, instigados, ofendidos e até ameaçados, respirem. Lembrem que nós somos 90 (noventa) por cento da população. A imensa maioria que trabalha, gera emprego, paga impostos e não quer nada além de um país mais justo, inclusive, para os filhos dos 10 (dez) por cento que nos atacam.

Essa revolução só surtirá efeitos se for operada pelos métodos corretos. Em oposição aos discursos de ódio, nós fazemos um discurso de amor, primeiro, às pessoas, em segundo lugar, à Pátria.

Em resposta à doutrina da cisão, nós pregamos a união. Para mostrar que não é verdade que as mudanças só ocorrem pela violência; precisamos, aos poucos, convencer os mais jovens que são os livros que fazem toda a diferença.

Já perdi a conta do número de e-mails, cartas e mensagens que recebi, desde que o processo de impeachment se iniciou. Grande parte dessas correspondências vem de jovens. Até uma criança de 8 (oito) anos me escreveu.

Esses jovens têm dividido comigo suas aspirações e, invariavelmente, escrito que voltaram a confiar no Brasil. Muitos decidiram estudar Direito, outros tantos se sentem estimulados a entrar na política, pois passaram a acreditar que pessoas honestas também (e principalmente) devem trilhar esse caminho.

Fazer nascer esse sentimento já me torna uma vitoriosa. Por anos, a fio, vi nossa juventude beber e se drogar, sem perspectiva e sem rumo. Os partidários do materialismo, que tem imperado nas últimas décadas, construíram teses jurídicas para referendar essa alienação, tão interessante para grupos oportunistas e ditatoriais, que querem se manter no poder a todo custo.

Para libertar nosso país desses grupos, temos que manter a mente limpa, temos que incentivar a leitura dos clássicos, o estudo, para que nossos jovens, no futuro próximo, estejam preparados para ocupar os cargos importantes e reconstruir a nação.

Tudo o que nossos algozes querem é que nos percamos em brigas, em disputas, em confrontos estéreis.

Olhem para a Venezuela. Lá, para justificar a prisão de líderes pacíficos, desordeiros foram infiltrados, visando estabelecer a luta.

Seja por força do que é ético, seja por inteligência, peço àqueles que estão comigo que não entrem no jogo de quem quer nos desestabilizar. Se assim procedem é porque estão perdendo.

Se for difícil deixar de revidar, saiam da rede; desconectem. Deixem que falem sozinhos.

É hora de focar no positivo! E o positivo é um país de almas e mentes livres.

Que esbravejem no mundo virtual! Nós estamos mudando o mundo real!

Janaina Conceição Paschoal, com muito amor ao Brasil.

sábado, 25 de junho de 2016

Cuidado, não só com os porcos, mas com as jararacas também!*

Por Ana Mônica Jaremenko*
"Numa época de dissimulação,
falar a verdade é um ato revolucionário."
George Orwell

George Orwell
5 jun. 1903 - 21 jan. 1950
Hoje, 25 de junho de 2016, George Orwell completaria 113 anos. Autor de 1984 e A Revolução dos Bichos.

Em A Revolução dos Bichos, qualquer semelhança com a realidade NÃO É mera coincidência. Recomendado para o público jovem, para os pais que não querem ver seus filhos envolvidos em movimentos revolucionários, principalmente os de origem socialista (comunista), sem que primeiro reflitam sobre as consequências de tal ato. Esta clássica fábula de George Orwell demonstra claramente como qualquer movimento revolucionário cria uma nova classe com privilégios ainda maiores do que os dos antigos poderosos, ou como diria Orwell, "mais iguais do que os outros".

A Revolução dos Bichos narra a história do fazendeiro Jones, um homem que explora e maltrata seus animais. Revoltados com seu proprietário, os animais se organizam e tomam posse das terras, passando a controlar o lugar e decretando uma série de novas regras. Os porcos, no entanto, logo se apropriam dos privilégios que antes beneficiavam os humanos.

Hoje, aqui no Brasil, temos que tomar cuidado, não só com os porcos, mas com as jararacas também!


* Eu sou Ana Mônica Jaremenko, escritora (poeta e cronista), ativista política, blogueira, gestora de mídias sociais e corretora de imóveis. Administradora, dentre outros, do blog Simplesmente FedoraFedora é meu heterônimo para assuntos políticos.

Graça e paz!

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